quarta-feira, 25 de agosto de 2010

A Descoberta do Eu Superior


Hoje estamos aqui para trabalharmos mais a nossa consciência, nossa evolução, com o despertar do eu superior. Nós hoje vamos fazer também energização e meditação, então quem tiver com a aura precisando de um realinhamento hoje terá a oportunidade, essa energização ela é tão positiva para a nossa aura, para a nossa saúde que até alguns bloqueios alguns pequenos problemas de saúde podem ser resolvidos quando a nossa aura recebe energias de freqüências vibratórias reharmonizadoras, então na energização nós faremos isso. A nossa consciência ela tem um período de adormecimento, onde nós como seres humanos, ainda inconsciente da nossa condição humana simplesmente vivemos sem sentir a nossa existência, com o passar do tempo, depois de ter se envolvido muito com coisas materiais ou puramente corporais, a nossa consciência desenvolve um interesse, que interesse é esse? De buscar Deus, muitas pessoas ao observar que em diversas palestras eu costumo falar bastante sobre Deus, quando eu falo sobre Deus, não é aquele senhor de idade estereotipado por determinadas religiões que fica num lugar bem limpinho do mundo, não, quando eu falo em Deus eu falo na essência que mantém, sustenta cada ser vivo, cada um de nós, hoje eu gostaria de compartilhar com todos alguns conhecimentos que adquiri ao longo de diversas encarnações, seja no mundo físico, ou no mundo astral e mental, porque quando a gente fala em vida chega um ponto que a gente passa a viver mais nos mundos extrafísicos do que no mundo físico, como esse que nós estamos agora. O que eu quero compartilhar é o contato com a própria essência, com o eu interno, o eu superior. Nossa como seria bom se nós vivêssemos em permanente comunhão com ele, quando eu falo ele é apenas uma força de expressão, porque o eu superior ele não é nem masculino nem feminino, quer dizer não é nem ele nem ela, são ao mesmo tempo ele e ao mesmo tempo ela e além do ele e do ela, é andrógeno a essência, a nossa essência não é dual, não é positiva ou negativa, ela tem um equilíbrio de forças que gera em si a neutralidade. Nós vivemos aqui nesse mundo e ao nascermos em uma família, em um corpo físico, nós não recebemos manual de instrução para saber como viver para não saber coisas, a condição que nós temos, nós não temos como saber coisas que nos direcionem a vida, quer dizer que a gente vai aprendendo com acertos e erros e, diga-se de passagem, o mais comum é mais erros do que acertos e os erros voltam a nós em forma de dor, em forma de sofrimento. Houve uma época que eu vivia no mundo sozinho, tentava matar minha solidão através do compartilhar a família, que nem sempre ia bem em função da diferença de temperamento e em função das perdas também de pessoas que se afastam, de pessoas que morrem, depois tentei preencher o vazio através do lado afetivo como a maioria das pessoas tentam fazer, mas vi que não era aí também onde o vazio de fato se preenchia, apenas enganava por algum tempo, mas depois a lucidez demonstrava que mesmo você estando com uma pessoa, mas você ainda continua se sentindo sozinho, porque aquela pessoa só tem como compartilhar com você determinadas coisas, você vive e a pessoa não sabe quem é você, a pessoa vive contigo e você não sabe quem ela é, até que por muitas vezes o meu pensamento se perdia no infinito, buscando algo que não era concreto, algo que até então eu não tinha visto, é como você pegar um dicionário e buscar nele uma palavra que não existe nele e você fica tentando, tentando, mas não existe tal palavra no dicionário, o que eu estava buscando não existia nesse mundo, já tinha tido contato com diversas religiões, mas eu não tinha encontrado nelas aquilo que eu buscava, até que algo maravilhoso aconteceu comigo, de início eu não achei tão maravilhoso, só quando eu me vi preparado, para quem não me conhece ainda, aos 16 anos de idade nesta encarnação, comecei a experimentar fenômeno de saída do corpo espontânea, quer dizer que sem técnicas, conhecimentos ou curso algum comecei a sair do meu corpo físico e visitar outros mundos, quando isto começou me possibilitou ter contato com o outro lado da vida, mas isto em si não garante o contato com a essência, com o eu superior, mas em uma das saídas um fenômeno aconteceu comigo, eu estava andando numa rua astral em determinada cidade astral que não vem ao caso, era noite no astral, de repente eu vi um Sol dourado voando no céu como se fosse uma estrela cadente, mas não uma estrela cadente que segue uma trajetória digamos reta ou quase reta, mas um Sol que mudava a sua trajetória e mudava na minha direção, ele não era como a nossa estrela solar, era digamos uma espessura talvez de um metro e meio, um diâmetro de um metro e meio esse Sol tinha, muito luminoso, veio na minha direção, quando ele veio na minha direção, o que eu fiz foi meio ridículo, mas eu saí na carreira, saí correndo desesperado com aquilo, porque eu fiquei com medo de virar torresmo com aquele negócio é luminoso, dourado, assim aquele dourado forte, vivo, cheio de chamas etéreas, não é como nosso fogo, imagine uma chama mais etérea, transparente, o nosso fogo ele não é transparente, então uma coisa linda, mas eu fiquei morrendo de medo e quanto mais aquilo se aproximava de mim, mas eu começava a ver as minhas próprias inferioridades, as minhas limitações, os meus erros, minha ignorância, e saí correndo no matagal desesperado até que o Sol me alcançou, aí eu parei, agachei e fiquei com as mãos sobre a cabeça, sobre os olhos morrendo de vergonha daquele Sol e dizendo para ele: eu não estou preparado, eu não estou preparado, quando eu falei isso, ele como se explodisse, explodiu e diluí no ar, eu acordei no corpo assustado. Nós estamos acostumados sempre em ter conhecimento através do que a gente vê, através do que a gente escuta, através do que a gente lê, mas eu sabia quem esse Sol era, sem ninguém me dizer, sem eu ler em nada, eu sabia eu sabia que aquele Sol era uma manifestação da minha essência, uma versão mais sutil do que a minha identidade atual naquela época e sabia que se aquele ser entrasse em mim muita coisa em mim morreria, a minha maneira de ser, o que eu fazia, o que eu sentia, o que eu pensava, tudo isso se modificaria, quer dizer que aquilo que me dava prazer não daria mais e coisas que até então eu desconhecia, eu iria conhecer, eu não estava preparado para ter desapego daquilo que era a vida que eu estava acostumado, a primeira coisa que nos impede de despertar o nosso eu superior é o apego a vida que a gente está levando, a gente morre de medo de mudar, mudanças muito profundas nós temos medo, porque são situações novas e situações que teremos que abandonar coisas que já estávamos acostumados com elas teremos que nos adaptarmos a uma nova postura, será se as pessoas que convivem conosco nos aceitarão após a nossa mudança de sentimento, de pensamento e de comportamento, aqueles amigos que compartilhavam certos hábitos ou vícios conosco, seja o simples vício que não é tão simples da maledicência, de falar mal de alguém e haver aquela cumplicidade ou de beber, ou de irresponsabilidade, de inconsciência, eu não estava na primeira vez preparado para abandonar os meus prazeres costumeiros, mas ao mesmo tempo uma vozinha falava dentro da minha consciência: você quer mais da vida, você não quer só isso da vida, você quer a plenitude da vida, você quer saber qual é o seu papel diante da vida e esta voz falou tão forte em mim que eu comecei a meditar, a refletir a respeito de se de fato eu queria abandonar certas coisas em função do novo, chega um ponto em nossa vida que a gente vê o tempo devorador de pessoas, de coisas e de posses destruindo os nossos sonhos, é, os nossos sonhos o tempo mata, os nossos parentes, os nossos familiares, nossos entes queridos, nossos amigos o tempo destrói, os bens que se enferrujam por aí, que se desgasta, é o carro que você compra zero hoje, daqui a pouco ele já não está mais novo, está todo cheio de problema, é o emprego que você arrumou hoje e que está com um salário bom está dando para não se preocupar com as despesas, mas daqui há pouco há um abalo econômico e você perde aquele salário todo e começa a ficar preocupado e aí você já fica ansioso querendo ter uma situação melhor, mas tudo isso passa com o tempo, é a pessoa querida que você tem do lado seja seu namorado, namorada, esposa, marido, que você está compartilhando coisas, tendo prazer e dando prazer, mas daqui a pouco um problema de saúde destrói a sua felicidade ou a da outra pessoa ou a própria morte lhe tira quem você ama ou tira você de quem te ama, muitas pessoas pensam que falar em dor atrai a dor por acaso alguém aqui se não falar em morte nunca morrerá? Todos nós morreremos, isso é inevitável, esse corpo é perecível, a coisa mais certa que nós temos ao descer a ele, ao vesti-lo é de que um dia teremos que nos despir dele, você está no seu emprego hoje, na sua profissão, isso é temporal, quer dizer que daqui a pouco você já se aposentou ou perdeu o emprego, arrumou outro ou partiu para outra função, tudo isso passa, a felicidade que as coisas transitórias nos possibilitam ela é boa, no entanto ela não tem consistência, é como algo que nós comemos, mas a gente não mata a fome, continua com fome, pode ser bom enquanto a gente come o sabor, mas depois de algum tempo a gente quer mais e mais e mais e aí o sofrimento é adquirir a próxima fonte de prazer transitório, eu já estava cansado disso, estava cansado de agir como todo mundo agia, porque era o que estava incutido na nossa cultura, em nossa civilização e um conjunto de valores pré estabelecidos, valores que mesmo não é pelo fato de serem pré estabelecidos, é pelo fato de serem ilusórios, porque se os valores fossem de fato consistentes, mesmo que fosse pré estabelecidos pela cultura, eu aceitaria de bom grado, mas eu não queria ter o mesmo destino de viver inconsciente de quem eu era, do porquê estou aqui e de quem todos são, porque nós, olha gente esse auditório todos nós aqui reunidos, nós olhamos uns para os outros, vemos homens, mulheres, crianças, jovens, pessoas mais vividas, mas a gente se conhece? A gente se sente uns aos outros? Quando um nos irrita a gente perde o equilíbrio e também tem a tendência de agredir, mesmo que a gente se conheça, mesmo que a gente conviva, a gente anda pelas ruas a gente vê multidões incontáveis de pessoas, se juntássemos todos os habitantes encarnados da Terra daria um oceano de seres humanos, um grande oceano e nós nos conhecemos? E nós sentimos a vida uns dos outros? Não, geralmente não e eu não queria mais viver dessa forma e aí eu decidi quando aquele Sol me buscasse novamente eu não ia fugir dele, sim era cheio de defeitos como ainda tenho muitos hoje, não tantos como tinha naquela época, visto que esse Sol ajudou a queimar alguns, mas decidi, se for necessário abrir mão dos meus prazeres transitórios para aceitar uma coisa maior, quando eu pensei isso imediatamente a coisa foi tão forte, isso foi pela manhã que aconteceu, assim que eu tinha levantado eu fiquei meditando, refletindo se aceitava ou não, quando eu pensei: eu aceito, eu escutei uma voz dentro da minha cabeça, mas era uma voz sem som é como a voz do nosso pensamento, só que essa voz ela tinha uma maneira de se expressar diferente da minha, ela tinha uma personalidade diferente da minha e tinha uma sabedoria e um conhecimento que eu não tinha e essa voz me falou: eu sempre estive com você, você é que não tinha consciência disso, porque quando eu falava você me reprimia, você me impediu de falar para você, você tampou os seus ouvidos da consciência para não me ouvir, mas agora que você me ouve e quer me seguir estarei sempre com você até que um dia seremos um, porque eu sou sua essência, quando isso aconteceu eu entrei numa espécie de transe e nesse transe eu vi o teto da minha casa se abrindo e vi aquele Sol magnífico descendo e entrando no topo da minha cabeça, quando ele entrou no topo da minha cabeça por alguns instantes eu perdi a noção de identidade transitória, o que quer dizer que eu não me sentia mais essa pessoa que vocês estão vendo aqui, homem, sexo masculino, corpo biológico como esse aqui da Terra, eu me senti essência, coisas que não dá nem para a gente falar, entrei numa comunhão com a vida, com todos os seres vivos que eu não sei quanto tempo passou, eu só sei que quando eu voltei eu não era mais o mesmo, a minha consciência tinha modificado muito mesmo e eu comecei a ter um contato com essa voz interna que começou a me ensinar coisas da vida, tudo que eu perguntasse para essa voz ela me respondia, absolutamente tudo, se eu tivesse um problema eu perguntava para ela e ela me falava qual a solução do problema, a questão é que nem sempre a solução era aquilo que eu queria fazer, porque ainda havia uma dualidade, eu não estava em plena comunhão com essa voz, com esse pensamento e esta voz interior que vinha da minha essência, do meu eu superior, foi se intensificando e me ensinando diversas coisas, meu comportamento começou a mudar, muitas coisas que eu pensava serem certas não eram, desrespeitavam as leis da vida, a primeira coisa que eu tive contato foi com as leis da vida, eu pensava que no mundo não existem de fato leis que coordenassem as nossas vidas, mas aí eu pude constatar a existência de tais leis, depois eu constatei uma outra coisa: que todos nós somos um, o que quer dizer que a partir do momento que você toque a sua essência você passa a sentir a essência de todos os seres que vivem até daqueles que estão te chateando, até daqueles que estão te agredindo, você de certa maneira fica um pouco ingênuo, não é bem ingenuidade, mas você fica com um coração que você, mesmo uma pessoa mais perversa do mundo, você consegue ver algo de bom nela, coisa que antes você não conseguia ver, antes de ter contato com a sua própria essência, no entanto não é uma ingenuidade de fato, porque a ingenuidade nos impede de ver tudo, seja o lado bom de alguém seja o lado ruim de alguém, a gente só vê numa direção, a consciência que nossa essência nos transmite nos possibilita ver aqueles que convivem conosco, tanto o lado bom como o lado ruim deles, mas não só o lado ruim ou não só o lado bom, no entanto dá uma visão tão ampla, aquela pessoa que hoje está violentando, matando, roubando, se corrompendo, agredindo, aumentando sua própria inconsciência, um fato é inevitável ela um dia vai se tornar consciente de quem ela é, ela vai se tornar consciente de que ela é, Deus, nós somos Deus, no entanto nós somos Deus, se não ainda não nos tornamos consciente nós somos Deus inconsciente, enquanto nós somos Deus inconsciente é como se nós tivéssemos um cargo, mas nós não podemos ocupar o nosso cargo, porque nós não adquirimos competência para ele, quando nós nos tornamos Deus consciente nós assumimos o cargo que já possuímos de Deus e a partir daí nós poderemos não viver apenas nas aparências, apenas na dualidade de passado, presente, futuro, de eu, ele nós, nós passamos a viver tendo contato com uma realidade única, onde todos nós de alguma forma, vão nos entranhando como que, aqui nós estamos vendo separados, mas quando nós entramos dentro de nós mesmos, não dentro do nosso corpo físico que não tem nada de espiritual nisso, mas dentro da nossa própria essência nós entramos dentro de todos que vivem, quer dizer que se você entra em comunhão com o seu espírito você está em comunhão com os espíritos de todos os seres, sejam eles minerais, vegetais, animais, humanos, planetários, estelares, universais, você passa a trabalhar não pensando que você está trabalhando para o seu corpo ou pensando que você é seu corpo, você passa a trabalhar buscando um propósito de seguir a predominância das leis de Deus, das leis da essência, você continua errando, mas erra sem querer errar, enquanto antes errava convicto do erro, no início o contato é sutil, é suave, quase não percebemos que se trata de Deus em nós, mas depois ele vai se ampliando e aí nós começamos a ter contato com diversas coisas, por exemplo aqui nós só vemos aquilo que os olhos nos mostram, aquilo que os ouvidos nos transmitem, o tato, o paladar, o olfato, nós nos locomovemos usando nossas pernas, braços, mas quando nós entramos em contato com a nossa essência abre-se um mundo até então desconhecido, é um mundo onde nós conseguimos nos locomover sem o corpo, eu não estou falando nem de corpo físico ou de corpo astral, ou de corpo mental, eu estou falando de onipresença, nós começamos a nos sentir presente nas pessoas, só que esse mundo que nós vivemos diversas coisas nos afastam do convívio com nossa própria essência, com nosso eu superior, tive diversos contatos que me fez sentir Deus em todas as pessoas, mas diversas coisas me afastaram do contato, depois retomava, depois me afastava, a luta é muito árdua, não pense que você teve o primeiro contato com sua essência e já está com a vida ganha, não está, sustentar o contato é tão difícil quanto ter o primeiro contato, porque tudo nos induz a ficar apenas prestando atenção no que a gente vai comer, no que a gente vai vestir, no dinheiro que a gente tem que ganhar, no próximo prazer corporal, emocional que teremos, o medo da dor, portanto é difícil manter, mas é possível, é preciso saber primeiro o que é a essência, a essência se nós nos despirmos do corpo físico, através da morte ou desencarne físico, nós nos manifestaremos no corpo astral, no plano astral existem diversas dimensões onde corpos astrais se manifestam, o ser encarnado tem aproximadamente 7 corpos astrais, um ser comum, e esses 7 corpos astrais se manifestam de diversas formas, quando um corpo é mais denso, por exemplo o primeiro corpo astral, ele pega as dimensões astrais mais densas, quando ele é mais sutil como o segundo, terceiro ou quarto corpo astral ele vai para dimensões astrais mais sutis, quer dizer que mesmo que percamos o primeiro corpo astral nós iremos desencarnar ou perecer em diversos outros corpos astrais e depois mentais, e quando perdermos o corpo mental mais sutil, aí sim nós nos veremos com a nossa essência, o nosso eu superior, essa essência é a mesma que habita todos os corpos, quando rompe-se o último corpo do mundo da forma, nós entramos em contato com o último corpo, esse último corpo que não é propriamente um corpo, visto que ele está aqui no mundo da forma mas está além do mundo da forma, quando nós tentamos pegar aquilo que não pode ser pego com as mãos, enxergar aquilo que não pode ser visto pelos olhos, escutado pelos ouvidos ou transportado pelo corpo, é muito difícil, a maioria desiste desse contato, só que quando uma pessoa já não se contenta mais só com aquilo que o mundo físico, ou astral, ou mental pode oferecer, aí sim nós buscamos coisas que ficamos determinados a abrir mão de tudo se for necessário para tocar aquilo que não pode ser tocado. Muitos cientistas, que são puramente materialistas, acreditam que o ser humano nada mais é do que um conjunto de elementos químicos, que o que nos faz pensar é determinados elementos químicos, o que nos faz raciocinar e memorizar coisas, tais cientistas não estão totalmente errados, visto que o nosso corpo astral precisa de elementos químicos para se manifestar aqui onde nós estamos, sem tais elementos químicos não conseguimos, mas nós precisamos de bem mais do que isso, aquilo que é a chama que faz com que a nossa vida, jamais se apague, quem tocar nessa chama ainda continuará envolvendo-se com coisas materiais, mas ele não será mais como era antes, imagine que nós vivemos, uma pessoa quando está alcoolizada, para quem já bebeu alguma vez sabe o efeito da bebida, uma pessoa alcoolizada primeiro assim que a pessoa começa a ingerir a substância alcóolica ela começa a ficar com o sistema nervoso um pouco estimulado, o que é isso? A pessoa tímida geralmente se solta mais, a pessoa que já é extrovertida de certa forma fica mais ainda solta, a atenção e a lucidez da pessoa começa a diminuir um pouco e ela logo solta diversas tendências que ela reprimia em função de consciência ou de repressões externas, ela começa a se liberar um pouco mais e aí se solta, tem gente que fica triste, tem gente que fica alegre e aí depois o pensamento começa a nublar na mente da pessoa, o que é esse pensamento nublar? Imagine que ela sentia-se viva, mas a vida ela começa a diminuir a sensação de vida, a lucidez e ao diminuir cada vez mais esta sensação de vida e de lucidez chega a um ponto tal que ela não consegue mais é se manifestar como ela se sentia antes, ela passa a agir como aquelas tendências reprimidas mais predominantes do seu código genético, psicológico, emocional ou da sua herança genética, emocional, astral, mental determina que ela aja e a vida diminui nela. Quando alguém está vivendo com diversos problemas, quer dizer obstáculos que não foram solucionados e se transformaram em problemas, a tendência é da pessoa fugir da vida para que junto fuja dos problemas que a dita vida está trazendo para a pessoa, mas não é bem assim, no início a gente pensa que fugindo é da lucidez e da sensação de vida... ,o que eu falo felicidade? A felicidade é se você tem um prazer transitório agora e sabe que esse prazer não é o máximo, que existe outro prazer maior, que você já está experimentando também, você é feliz, porque se o seu prazer transitório passar terá um outro prazer que não é transitório que não vai passar, quer dizer que você não é controlado pelo mundo transitório, você controla o mundo transitório, quando a dor transitória vem você não fica entrando em desespero, porque o prazer espiritual anestesia a dor e aí você suporta com maior facilidade e procura mudar a causa da dor, então a essência ela nos possibilita a felicidade real, mas essa essência para nós fazermos a ponte com ela precisamos ficar lúcidos, o mais lúcido possível, eu dei o caso da bebida alcóolica que ela nubla a nossa lucidez, quando uma pessoa bebe, sem exceção, a pessoa está fugindo de algum obstáculo que se transformou num problema, que se transformou num atrito, que se transformou em dor, e em sofrimento e ela quer que esse atrito, esse problema não exista, no entanto não consegue, é como aquela história da ave que enfia a cabeça no buraco para pensar que ninguém está vendo ela, ela pode pensar que ninguém está vendo, porque ela não está vendo o que está do lado de fora, mas o que está do lado de fora está atingindo ela, nós precisamos para sentirmos a nossa essência aumentar a nossa lucidez e aí a nossa vida se amplifica, amplifica de maneira tal que uma pessoa, mesmo estando aparentemente só, ela se sentirá plenamente em comunhão com a vida, em plena comunhão com a vida, imagine você não ter desconhecidos mais para você imagine você, amar com o mesmo peso pessoas que você conhece e pessoas que você não conhece, isto é o contato com a essência, porque que você vai ter tanto apego ao amor de uma pessoa que você está convivendo aqui se você vai ter também alguém que terá afinidade em outro lugar e terá amor também, o amor incondicional é um dos elementos da ponte com o eu superior, amor incondicional é difícil, mas é difícil porque a nossa cultura não nos prepara para isso, no comércio, no campo de trabalho, na rua, na família, uma pessoa fica morrendo de medo de ter amor incondicional, porque pensa assim: se eu amar incondicionalmente o pessoal vai montar em mim e vai me fazer de cavalo, quer dizer vai abusar de mim, mas o abuso só existe se o amor incondicional não tiver justiça. Teve um ser que descer na Terra que foi um expert em ensinar as pessoas a entrar em contato com a essência, eu já falei dos avatares, avatar de grau 1, de grau 2, 3, 4 falei de Buda, Chrishna, Jesus, Sai Baba, a personificação do Cristo é a personificação do estado de espírito estado consciencial e de sentimento que nos possibilita termos contato com a nossa essência, com o nosso eu superior, quer dizer que Cristo veio à Terra e teve contato com as civilizações para nos ensinar como ter contato com a nossa essência, Jesus ah, agora eu vou dar nó na cabeça de muita gente, Jesus e Cristo são coisas diferentes, isto precisa ficar claro, Cristo é uma personificação de amor incondicional, de justiça, de sabedoria e de poder, mas nessa dose o amor pega a dose maior, depois a justiça, depois a sabedoria, depois o poder, Jesus antes de desenvolver o grau de Cristo interno ele tinha um estado de evolução semelhante ao de muitos de nós aqui cometendo os mesmos erros, odiando, agredindo, se magoando, se ressentindo, mas a vida ensinou a perdoar, ensinou a tolerar, a amar, a ter paciência e ele foi desenvolvendo o amor incondicional, foi desenvolvendo a justiça pelo cumprimento às leis da vida e Jesus evoluiu ao ponto de se tornar um avatar crístico, de grau crístico, avatar é descida da divindade, ou avatara, em dois nomes, a gente aqui no ocidente preferiu usar avatar, mas avatara ou avatar significa descida da divindade ao mundo da forma, não só físico, mas astral e mental, quem quer ter contato com sua essência precisa evocar do cosmos e de si mesmo as forças crísticas, ao evocar, através daquele momento que uma pessoa te fechou no trânsito, ameaçando seu patrimônio, sua vida e até a sua família, ali chegou o momento de você evocar as forças crísticas e perdoar, perdoar sem a conivência de pensar: não, ele está certo em fazer isso e sem a mágoa de pensar: eu quero que esse sujeito acerte um poste lá na frente e tenha o seu carro destruído e fique com um galo na cabeça, então é preciso nesse momento evocar a força crística e perdoar, aí você vai estar sendo Cristo, não é perdoar aquele sujeito que está te magoando, mas você pensa: eu vou ganhar algo em troca, então se o seu chefe te magoa você pensa: mas eu tenho o meu salário, então o salário paga, então você suporta, não agride, mas fica por dentro se roendo todo, isso não é Cristo, então Cristo nos ensina a perdoar, mas quando eu falo Cristo, eu não estou falando de Jesus, Jesus foi um porta voz, foi um mensageiro vivo da personificação de Cristo, Buda por exemplo teve Cristo, Sidarta Gautama, o Buda que nós mais conhecemos, porque teve vários Budas, mas o que a gente registrou mais na história foi Sidarta Gautama, ele incorporou em si a personificação do seu Cristo interno e do Cristo externo, mas o seu ponto mais característico de vida ou seja de missão era assumir a personificação do Buda, da sabedoria predominante para ter contato, o primeiro contato com a própria essência é preciso ter o contato com o seu Buda, quer dizer seu Buda, não com seu Cristo interno, depois é que você vai mexer com o seu Buda interno, depois com outros aspectos, primeiro com o Cristo. Não tem como nós escutarmos a voz do nosso eu superior em nossa consciência se as vozes dos nossos egos, das nossas individualidades transitórias, egoístas, não se calarem, imagine que se nesse auditório todos estivessem conversando bem alto uns com os outros e eu estivesse falando também no mesmo tom, na mesma altura, que todos aqui não iriam me escutar, iriam me escutar, mas como tem tantas vozes juntas não iria me diferenciar uns dos outros, a mesma coisa é a voz da nossa essência, ela fala, ela fala, fala a gente pensa assim: gente, mas o que, que eu vou fazer? A convivência com aquela pessoa está tão difícil o que, que eu devo fazer? E aí vem uma voz e fala ah, agride ela, não, se afasta dela, não, se afasta ah, mas não tem como eu me afastar, porque eu sou obrigado por uma força maior a estar ali, se eu me afastar eu vou perder coisas e eu não quero perder coisas e aí a gente acaba não agredindo, mas ao mesmo tempo que essa voz falou: não, se afasta simplesmente ou a outra voz falou: agrida, pague no mesmo troco, uma outra voz falou assim: perdoa, tenha tolerância, isso é passageiro, dê o exemplo de como se deve fazer, não acredite que um erro justifica outro erro, primeira coisa que nosso ego, ou individualidade ilusória ou eu inferior nos induz é ao egoísmo, enquanto a nossa essência nos induz ao altruísmo, não aquele altruísmo utópico que a pessoa pensa: não estou sendo altruísta, mas está sendo contra as leis da vida também, muitas vezes a pessoa pensa que está sendo amorosa e não está, muitas vezes a pessoa pensa que dizendo sim, ela está sendo Cristo e não é nem sempre dizendo sim, concordando com tudo que o dito erro nos oferece a gente está servindo o Cristo, muitas vezes dizer não é a coisa certa a ser feita, mas nós precisamos gradativamente fazer as vozes dos nossos eus inferiores se calarem para que nós possamos escutar a voz do nosso eu superior, imagine essas mãos dentro das minhas mãos, aqui tem um Sol, mas as minhas mãos estão tão bem tampadinhas que o Sol não brilha, ele está brilhando, mas ninguém está vendo que ele está brilhando, agora se eu abrir um pouquinho o brilho sai para fora das mãos, o que é esse abrir? A nossa mente, as nossas emoções elas estão encobertas por pensamentos, por sensações do nosso ego transitório, do nosso eu transitório, se nós limparmos um pouco essas sensações e esses pensamentos a luz da nossa essência vai sair através de nós, vai continuar tendo ali alguma contaminação, ainda não estará imaculado, mas nós começaremos a projetar a primeira fagulha de essência, atualmente nós temos a felicidade de termos um avatar encarnado e declarado, um grande avatar, avatar de grau 4, o que que é um avatar de grau 4? É um avatar de amor, de sabedoria, de justiça, de poder, Sai Baba, que aliás, segundo eu pude constatar no astral foi Chrishna, na vez que desceu aí também como um grande avatar, ele teve várias encarnações aqui, mas a mais conhecida dele foi essa de Chrisna. Um avatar ele pode muitas vezes dizer eu sou todos, porque ele tem consciência de que ele é todo mundo, no entanto o trajeto da individualidade corporificada no mundo da forma, por exemplo Jesus, Jesus ele corporifica-se no mundo da forma, Buda, Sidarta Gautama, corporifica-se no mundo da forma, outro ser muito iluminado corporifica ao mesmo tempo, quer dizer o seguinte: que você vê Jesus sentado numa cadeira e Sidarta sentado noutra, Sai Baba sentado noutra, Ashtar sentado noutra, conversando, eles são um, eles têm consciência disso, mas quando eles estão manifestados ali eles são um porém diferentes, manifestações de individualidades no mundo da forma diferentes, quer dizer que eles só são um quando se manifestam no mundo da essência, como nós também somos, nós somos Jesus, nós somos Chrisna, nós somos Buda, mas lá no mundo da essência, aqui não, aqui nós somos quem nós aparentemente acreditamos ser aqui, não, mas é duro a gente ficar com esse título, nasceu José vai ser José para o resto da vida, a não ser que mude, aí pode mudar para algum nome que a pessoa goste mais, mas vai continuar sendo aquele nome, então a pessoa chega e olha para ela e fala com ela ah, você é fulano de tal, daqui a pouco a pessoa está ah, tudo bem escorregou ali bateu a cabeça, desencarnou ih, fulano de tal desapareceu, é triste viver nessa realidade e aí assumiu outra roupagem lá e virou aqui, era José, Maria, lá virou Maria José, muitas vezes assumiu uma identidade feminina, enquanto aqui era uma identidade masculina e aí continuou usando uma identidade que era ilusória, o nosso espírito ele não é Maria e nem é José, o nosso espírito nem é criança e nem é adulto, nem é idoso, nosso espírito não nasceu, por isso ele não tem essas características, nosso espírito ele não tem nome, o nome que a gente podia dar a ele é Deus, oh, Deus vem cá, me explica uma coisa: a gente precisa diferenciar né, porque a gente lida no mundo dual, num mundo da relatividade, o que eu estou querendo dizer: você quer ter contato com a sua essência, com o seu eu superior, quer que ele desperte em você, comece a trabalhar o seu Cristo interno, comece a mudar a trajetória de vida, existem 2 tipos de seres humanos aqui na Terra: aqueles que vivem para si mesmos, e aqueles que vivem para Deus, aqueles que vivem para seu próprio corpo vivem em vão porque vivem para uma coisa que vai perecer rapidamente e aqueles que vivem para a sua essência, para Deus, esses não vivem em vão, por que? Porque eles vão cada vez mais se aproximar da sua própria essência, você pode viver para a essência e continuar trabalhando, continuar tendo filhos, continuar cuidando da sua família, continuar estudando, desenvolvendo-se profissionalmente, mas você vai saber porque que você tem filhos, você tem filho, não é para pensar: meu, meu filho está conseguindo isso, minha filha está conseguindo isso, então eu estou conseguindo também, pensar que o corpo de uma pessoa é a pessoa, essa ilusão precisa ser vencida rapidamente, por que? Porque você começando a determinar porque que você vive? Eu vivo para ser feliz, digamos, a maioria vai pensar: eu vivo para ser feliz, agora você é feliz como? Ah, eu sou feliz tendo isso, se a sua felicidade for direcionada só para o seu ego, vai perecer junto com o seu ego, o ego é identificar-se com o corpo, o que é isso? Você pensar que você é o seu corpo e a condição do seu corpo, seja ele físico, seja ele astral, seja ele mental, porque lá no astral também é cheio de ego, não é só no físico não, desencarnou não virou santo porque desencarnou não, continuou com as mesmas tendências, o mesmo comportamento, então se já trabalha a noção, peraí este corpo não é meu e eu não sou este corpo, isso aí você já vai começar a desenvolver um pouco mais o Cristo em você, se quando você tiver a tendência a odiar, você amar, a tendência a intolerância, você for tolerante, o problema é que uma pessoa te chateou você vai ser tolerante, por que? Porque alguém disse que tem que ser tolerante, você não vai conseguir ser, porque está em algum livro? É importante ser tolerante para desenvolver o Cristo interno? Não vai conseguir ser, só vai conseguir ser tolerante se o seu próprio espírito falar na sua consciência e disser: olha, você errou, esta pessoa está errando, você sendo intolerante você não vai ensinar ela a errar e vai errar junto, se você for tolerante você vai ensiná-la a ser tolerante, a não errar e você estará seguindo leis da vida e não estará pensando no prazer do seu corpo, mas sim no prazer do seu espírito. Existem dois tipos de prazer, prazer corporal e o prazer espiritual, se o prazer corporal entrar em atrito com o espiritual, com o passar do tempo gera na lei de ação e reação o carma que gera dor e aí a pessoa acaba tendo a necessidade de tirar a dor de sua própria vida, quando alguém decide escutar a voz do eu superior, vai ficar ali, aquele tanto de voz, uma voz diz assim: não, a pessoa te magoou você tem que se vingar mesmo para que você se sinta bem, sabendo que a pessoa passou por aquilo que você passou e aí vai vir aquela outra voz, é aquele estereótipo de demônio e de anjo de diabo e de anjo ali do seu lado, o diabo fala: não, se vinga dele e o anjo fala: não, perdoa, se o demônio interno tiver uma lábia e um conhecimento melhor do que o do anjo interno, quem é que vence? O demônio interno e a pessoa acaba sendo conduzida pelo demônio interior, ah, nós temos demônios interiores perfeitamente, essa fábula do diabo e tudo o diabo ele existe na consciência daquele que vive só para si mesmo, é a ilusão, é o grande demônio que nós precisamos vencer aqui, é ilusão, alguns seres incentivam demais a ilusão e vivem muito conduzidos pela ilusão, esses seres eles podem até tomar formas de diabo, chifres, rabos, carinhas feias, e aí vão dizer que é satanás, lúcifer, que aliás é outra problemática que eu não quero nem entrar na história, porque lúcifer de fato ele não é um diabo, como muitas pessoas pensam, mas eu não vou entrar nessa problemática não, talvez eu até dê uma palestra falando sobre seres positivos e negativos e falo sobre alguns negativos também, mas hoje vamos falar sobre a essência. A essência, Buda quando Sidarta Gautama, antes de se tornar o Buda ele teve diversos problemas na cabeça, ele fazia uma pergunta e não obtinha resposta: gente quantos de nós não fazemos isso né? A gente faz uma ih, não tem a resposta e fica bigornando aquilo na cabeça, tac, cadê a resposta? Tac, cadê a resposta? A gente arrebenta a cabeça e não obtém a resposta e acaba errando, Sidarta ele também fez isso, ele bateu na cabeça, não tinha resposta, bateu na cabeça, não tinha resposta, aí o que que ele fez? Ele falou não, para quem não conhece a história de Sidarta ele foi ficar junto com alguns Bramanes, astecas, que viviam isolados, então eles viviam no mato se flagelando, certos conhecimentos antigos hindus induziam a pessoa a flagelar o próprio corpo para ver se alcançava a iluminação, se alcançava o contato com o espírito, com a essência e Sidarta ficou lá por algum tempo junto com essa turma, essa turma não tomava banho, não cortava cabelo, não comia dinheiro, muitos deles viviam pelados, sem roupa, não que viver sem roupa tem alguma coisa, mas viviam assim querendo que o corpo, você imagina você sem roupa sujo, e aquele tanto de formiga pegando você e oh, te picando, te mordendo, insetos diversos, você não comia direito, ficava deixando o corpo ficar só pele e osso, muitos morriam doentes para ver se alcançavam a iluminação, Buda entrou nessa, quer dizer Buda não, Sidarta, porque Buda e Sidarta são estágios de espíritos diferentes, como Cristo e Jesus são diferentes, quando Sidarta entrou nessa e depois de sofrer muito lá passando fome, já cabeludo, barbudo, sujo, agoniado, você imagina a gente que fica um dia sem tomar banho, chega no final do dia está agoniado com aquela nhaca na pele, parecendo uma fita adesiva né por causa do suor, você imagina o sujeito passar meses e meses sem tomar banho ou anos sem tomar banho, então não fica nem com fita adesiva, fica um chiclete em volta, a pessoa muda de cor, era desse jeito que Sidarta estava, até que um dia ele se tocou, falou: gente, eu não estou conseguindo iluminação é coisa nenhuma nisso, saiu tomou um banho cortou o cabelo, comeu, e decidiu sentou lá debaixo da árvore sagrada, só vou sair daqui quando alcançar a iluminação, mas eu não vou alcançar a iluminação flagelando meu corpo não, como muitas vezes a pessoa pensa: não eu não posso fazer isso, eu não posso fazer aquilo e fica se flagelando pensando que o fato de se flagelar vai conduzir à iluminação ou o contato com o eu superior, não é assim, tem muita gente que fica reprimindo diversas coisas, pensando que vai se iluminar com isso e não vai, não vai ter contato com a essência, no entanto Sidarta tinha um discernimento, ele queria tentar a iluminação pelo caminho do meio, do equilíbrio, o que que é o caminho do equilíbrio? Ele nem tiraria do corpo o que o corpo necessitava e nem daria ao corpo aquilo que ele não necessitava, o nosso problema é que a gente deseja muitas vezes dar ao corpo o que ele não necessita e atrapalha a iluminação e se tentar tirar dele o que ele necessita também atrapalha, aí Sidarta foi meditando, meditando e foi encontrando o contato com a sua essência e ao encontrar o contato com a sua essência Sidarta encontrou a iluminação, encontrou Buda, o estado de espírito supremo da sabedoria, o nível consciencial da sabedoria, ele encontrou e ao incorporar Buda em si ele teve todas as respostas, todas, absolutamente todas, se perguntasse para ele como é que o mundo é criado e tudo, tudo ele sabia, se perguntasse para ele: ah, como é que eu faço para vencer o meu sofrimento, ele dava a resposta e a pessoa vencia o sofrimento, a última tentação dele, uma das últimas, foi já que você encontrou a sabedoria suprema, então mergulhe nela e saia desse mundo miserável que é a Terra, ele falou: não, isso aí também é ilusão, querer sair do mundo, porque quando uma pessoa está buscando o contato com a essência, o grande risco que eu advirto todo mundo, é se alienar, eu passei por isso quando eu tive o meu primeiro contato com a essência, eu falei: não, mas eu não preciso me envolver com esse mundo não, fazer o mínimo possível só para manter o corpo vivo, alienar-se das responsabilidades, é uma tendência da ilusão ainda, eu cai nessa ilusão por um bom tempo de me alienar-se do mundo, depois eu vi não, não é por aí não, tem que interagir, mas interagir sendo conduzido por uma força superior, naturalmente que eu não alcancei nem um milésimo do que Buda alcançou né, Sidarta Gautama que é um avatar, ave maria, nem carrego o chinelo do avatar, muito menos alcançar o nível dele. Quando nós desejamos o contato com a essência, é preciso procurar tirar de nossa vida diversas coisas de que o nosso corpo não precisa, mas continuar dando ao nosso corpo aquilo que ele precisa, dessa forma, ao longo do tempo, a gente começa a trabalhar a necessidade de amar o próximo, de fazer algo pelo próximo, se você é um profissional, execute com responsabilidade, com justiça sua profissão, com amor, na sua família, se é casado trate o seu companheiro ou companheira com respeito, com amor, com consideração, porque aí você vai estar manifestando o Cristo, se você está num ambiente, procure agir com decência, com equilíbrio, que você vai estar manifestando o Cristo, a cada momento que a pessoa fizer uma coisa amorosa e justa ah, eu não sei o que, que é amor, eu não sei o que, que é a justiça, é preciso estudar para descobrir o que é o amor, o que é a justiça e procurar praticar, não basta só teorizar e aí a cada voz de egoísmo que se calar em sua consciência você perceberá com maior nitidez a voz sem som do eu superior que irá despertar em sua consciência, num belo dia você vai começar a ouvir, aquela voz: olha, você não deveria ter feito isso, você magoou aquela pessoa, vai lá e se desculpa, essa é a voz do eu superior viu? Ah, não mas eu tenho vergonha, a pessoa vai achar que ela está certa, mas ela está errada, mas você errou também, mas se eu pedir desculpa a pessoa vai achar que ela estava certa, vai ficar toda cheia de razão e eu vou me expôr, eu vou me colocar numa situação inferior a dela, visto que eu estou pedindo desculpa, ela vai falar: ah, eu estava certo você estava errada, aí a pessoa fica com vergonha, a voz: não, mas é o certo a ser feito, você não vai ganhar reconhecimento da pessoa, de fato a pessoa não vai reconhecer que estava errada, mas você vai entrar em paz com você mesmo, ah não, eu não vou não, aí não vai, a pessoa não vai, não pede desculpa e fica aquela voz ali, se a pessoa não reprimir a voz, tipo assim: cala a boca, cala a boca, você está errado, está errado, se a pessoa não ficar contra argumentando demais, o que vai acontecer é que a pessoa vai começar a não sentir paz se ela não for lá e pedir desculpa, então ela vai e pede desculpa, olha me desculpa eu não deveria ter feito isso ou se ela não chega a isso ela não comete mais aquilo, quer dizer toda vez que ela for agredir alguém, ela: oh, epa, estou agredindo, procura se educar ela vai procurar se educar, isso é a voz do eu superior dizendo, toda vez que você tem uma vontade de comer mais do que sabe que precisava e uma voz fala: olha você não precisa comer mais, você vai comer, mas é desnecessariamente e começa a te dar aquela noção de culpa, a culpa não é o eu superior que nos dá, não é, o eu superior, a essência não nos dá culpa alguma, compreende o nosso estágio evolutivo, o que dá a culpa é o nosso estado de consciência que nos gera a culpa, nem a falta de culpa total é bom, nem a culpa total é bom, quer dizer que se você faz comete um erro e fica se sentindo culpado demais e entra em desarmonia em função disso, é sinal que você está em perturbação e não está tendo contato com a sua essência, se você não sente comete um erro e fala: não, eu estou é certo e continua errando sem nenhum sentimento de que está fazendo algo errado, também está longe da sua essência, então a culpa é o primeiro estágio, depois você precisa vencer a culpa errou, sabe que está errando, não deveria ter feito, mas não vai ficar provocando depressão em cima de você mesmo, porque você errou, não, a consciência ela vai ao ter contato com a essência orientar: olha, você não deveria ter feito isso, você vai fazer a pessoa sofrer, você vai sofrer com isso, mas procure acertar da próxima vez, tem como desfazer o que fez? É como aquela pessoa que roubou lá o chiclete no supermercado e aí chegou em casa e a consciência bateu: ih, eu não devia ter feito isso se eu chegar lá e disser que eu peguei sem querer, o caixa nem vai lembrar que eu fiz isso ou eu não devia ter furado aquele sinal, furei aquele sinal, ninguém viu, mas eu não estou me sentindo bem de ter furado aquele sinal de trânsito né, nós precisamos procurar desfazer, uma pessoa ih, matei outra não estou me sentindo bem de ter matado aquela pessoa, estão rindo? O tanto de aborto que tem gente no mundo até espiritualizada que não quer ter o filho, porque não era com a pessoa certa ou foi um acidente e tudo e acaba fazendo aborto ou porque está novo demais, isso é assassinato e um dos piores, porque? Se você chega num adulto e tira a vida dele, ele pelo menos muitas vezes tem como se defender, dizer não, não me mate, implorar ou correr ou fazer alguma coisa, agora um nenen que está em formação no útero de uma mulher, ele não tem nem como espernear e dizer assim não me mate pelo amor de Deus, não me mate, ele está extremamente indefeso, quem tira a vida no caso do aborto, vai precisar dar outra vida, quer dizer a mulher ou o homem que incentivou o aborto, vai precisar ter filho e depois vai estar suscetível a numa encarnação futura ser abortado também para... a consciência fala: ih, você não deveria ter feito aquilo, agora a pessoa que cometeu um aborto por exemplo ficar em depressão, querendo se matar, querendo se flagelar, como eu vi numa cidade aí que tem gente que amarra a lâmina numa correntinha e fica batendo nas costas, o método de fazer o bem é muito melhor do que isso, porque só isso aí não vai adiantar se flagelar, Sidarta já comprovou no passado não leva a iluminação, o que leva à iluminação é procurar... cometeu um erro? Cometa um acerto, aí sim e procure não errar mais, aí sim você vai conseguir o contato com a sua essência, com o seu eu superior, eu não devia ter respondido para a minha irmã ou para o meu irmão daquela maneira, fui áspero, peça desculpa ah, mas aí é que vai descontar em mim, a pessoa vai ficar cheia de razão e vai ficar abusando de mim, o fato de uma pessoa abusar aí já cabe a ela, não mais a você, o carma e o erro quem vai estar cometendo é ela e não você, você pode demonstrar se uma pessoa está tratando você mal que você não está achando certo o que a pessoa está fazendo, sem agredir a pessoa, você não precisa agredir para expôr a sua contrariedade ao comportamento de uma pessoa ou impedir que uma pessoa lhe agrida, não precisa agredir a pessoa, o primeiro fato que atrapalha o contato com o eu superior é a gente pensar assim: se uma pessoa falou alto com a gente e gritou com a gente, a gente tem a liberdade de gritar, se uma pessoa nos entendeu mal a gente tem a liberdade de hostilizar, não temos.

No final eu vou abrir um espacinho para perguntas, quem desejar participar da energização pode participar, quem não quiser não precisa pode ficar quieto só assistindo porque eu quando era criança que eu ia em igreja eu ficava meio incomodado, porque eu não queria levantar e tinha hora que todo mundo tinha que levantar, aí eu levantava incomodado, porque se não levantasse todo mundo ficava olhando assim, aqui gente não se sintam obrigados a fazer nada, então se não quiser fazer não precisa fazer, porque não vai estar contrariando ninguém nada aqui é imposto. Vamos fazer a primeira energização, essa energização nós vamos fazer para limpar a nossa aura depois nós vamos fazer uma para energizar os chacras, centros de forças psíquicos ao longo do nosso corpo, inicialmente eu vou pedir que todos façam o mantra OM, para quem não sabe o que é um mantra, o mantra é um som primordial da criação, quando a nossa essência surge no mundo da forma ela gera um movimento o primeiro movimento da essência gera uma vibração e essa vibração gera um som e um dos sons primordiais é o som OM, a letra OM que produz OM, tem vários mantras, mas nós vamos usar esse que é um mantra de criação, é o mantra da criação, o que que é o mantra de criação? É você usando essa palavra OM você pode criar muitas coisas, existe outro mantra também chamado RÁ, RÁ é um mantra de execução, por exemplo então se você quer executar uma coisa o mantra RÁ ajuda muito, se você quer criar uma coisa o mantra OM ajuda muito a criação de coisas, no astral a gente usa muito a força dos mantras para criar coisas, movimentar energias e tudo ou até destruir coisas. A pronúncia do mantra que eu vou incentivar é uma pronúncia que estimula a energia na vibração cardíaca, frontal e coronário amor, poder, sabedoria, divida o ar em 3 partes, parte do ar vai sair só pela boca, 1/3 do ar sai só pela boca, um segundo terço sai pela boca e nasal e o último terço sai só nasal. Eu vou fazer uma pronúncia para que todos vejam como será a pronúncia, todos que quiserem fazer OOOOOOOOOOMMMMMMMMMM, naturalmente que essa pronúncia não foi perfeita, porque o meu metabolismo está muito acelerado, mas como a gente não vai ter tempo de baixar muito o nosso metabolismo para pegar os ciclos, vamos fazer como nós conseguirmos, vamos tentar, vamos fazer 3 pronúncias, eu vou conduzir as 3 pronúncias, quem não quiser fazer, como eu disse não precisa fazer, só que antes de fazer as 3 pronúncias eu vou pedir que todos energizem as mãos, fazendo esse movimento aqui, todos que quiserem participar, depois aproximem a palma da outra, como eu estou fazendo aqui e tente perceber um formigamento ou vibração na palma das mãos e uma pressão quando aproxima as mãos, há uma suave pressão magnética, quando afasta há uma suave atração magnética, pressão magnética, atração magnética, vai sentindo uma suave energia, nós estamos estimulando as mãos para nós nos auto energizarmos, usando o mantra o poder multiplica, agora vamos fazer o primeiro mantra, só um mantra, aponte na direção do coração a palma das mãos, imagine que da palma das mãos vai sair um raio de energia na cor rosa de cada mão, um raio de energia como um laser, um raio elétrico rosa e vai iluminar o seu coração, que vai virar uma estrela rosa, agora façamos o mantra, vamos encher o pulmão de ar, OOOOOOOOOOMMMMMMMMMM, agora levantemos as mãos em direção ao frontal, na cor azul anil, um azul forte, mas muito luminoso, neon, mais ou menos, outro mantra e energize OOOOOOOOOOMMMMMMMMMM, agora as mãos no topo da cabeça, energize o topo da cabeça vamos fazer o mantra e vamos visualizar a cor dourada OOOOOOOOOOMMMMMMMMMM, agora vamos descer suavemente as mãos e energizando todo o corpo, apontando a palma das mãos para o corpo, descendo energizando até os pés e procurando sentir a vibração ao longo do corpo, pode depois descansar as mãos e vamos nos preparar para a meditação.

Essa meditação ela vai estimular o contato com o eu superior, ela pode ser feita em casa todo o dia se a pessoa quiser durante uma semana ou duas, para ela sentir o resultado, para cada um que queira sentir o resultado, de olhos fechados vamos relaxar o nosso corpo, os braços sobre as pernas, porque os braços sobre as pernas? Para que possamos soltar os ombros. Visualizemos agora o topo da nossa cabeça, como se o nosso cabelo no topo da cabeça começasse a brilhar intensamente na cor branca, um branco como a neve, começa a brilhar um branco, visualize agora que começa a surgir o centro do topo da cabeça, que brilha num branco intenso, um botão de rosa dourada, como se fosse ouro polido, surge um botão, um grande botão de rosa de ouro polido e as pétalas deste botão de rosa vão se abrindo suavemente, se abrindo, muitas são as pétalas, o talinho da rosa entra pela cabeça, as pétalas se abrem e começam a brilhar intensamente e da ponta das pétalas projetam-se raios de luz dourados, violetas, rosas, verdes, azuis, amarelos, de várias diversos tons, projetam-se rumo ao infinito, no topo da cabeça surge um Sol dourado, luminoso, suave, de vibrações agradáveis, visualize que esse Sol contém a sua essência, sábia, imortal, que está além do passado, do presente e do futuro e que este Sol está cheio de vibrações de paz, de tranqüilidade, de serenidade, de harmonia, de felicidade, de equilíbrio. Esse Sol vai descendo em direção a rosa dourada e este Sol vai ficando pequenino, diminuindo o seu tamanho e vai para as pétalas centrais da rosa dourada, entra entre as pétalas e dilui-se como a gota de orvalho, a rosa absorve este líquido dourado, luminoso da essência, o talo absorve, que vai para dentro do cérebro e do cérebro distribui como se virasse uma cachoeira de líquido refrescante que traz leveza, paz para todo o corpo, vai envolvendo toda a pele e a pele vai absorvendo cada gota deste líquido luminoso e todo o corpo começa a vibrar como se estivesse ondas elétricas, agradáveis, prazeirosas em volta da pele e um cilindro de luz branca, meio dourada desce do infinito e envolve todo o corpo, como se fosse um raio de luz fortíssimo, uma luz como um raio laser e todo o corpo começa a se iluminar como se fosse se transformar em um Sol dourado e vai se transformando, braços e pernas vão desaparecendo, cabeça, tronco, todo o nosso corpo se transformou num Sol dourado que agora se expande para todo esse auditório, para todo o espaço dessa escola, agora para o tamanho da Asa Sul, para o tamanho do Distrito Federal, para o tamanho do Brasil, para o tamanho do planeta Terra, para o Sistema Solar da Via Láctea deste universo, de todos os universos, e que não haja lugar em universo algum que nós não estejamos, nós estamos em tudo e o nosso corpo vibra como se fosse tudo, nós sentimos a vida de todos aqueles que vivem, a vida das plantas, o orvalho sobre as folhas, sobre as flores, o vento nos balançar suavemente em movimentos rítmicos, a paz, a despreocupação, a serenidade, nos envolve, agora nós somos os animais que voam pelo céu, que correm pelo chão, que sobem em árvores, que entram no solo, milhões, bilhões incontáveis vidas, nós cursamos dentro delas, somos agora o ser humano, não só um ser humano, mas somos todos os seres humanos que habitam na Terra, que habitam outros planetas, somos todas as inteligências, auto conscientes, pensantes que raciocinam e têm lucidez de si mesmas, somos os planetas, sentindo o giro, a viagem no universo infinito do cosmo recebendo a irradiação vibratória do Sol, somos agora o Sol que irradia sem cessar a sua força de vida, a sua força de existência, somos agora uma galáxia que gira conduzida pela força de Deus, que é auto consciente de sua plenitude, somos agora aquele que não nasceu jamais e existe de olhos fechados. Visualizemos uma convergência dos olhos, olhando para cima e para o centro da testa de olhos fechados, ao mesmo tempo concentre a atenção no topo da cabeça, como se a coroa de luz se expandisse e sinta a vibração por todo o corpo. Agora suavemente vamos voltar a atenção para este ambiente, para o corpo físico.

Nós vamos abrir 10 minutinhos para perguntas, antes das perguntas eu gostaria de falar que quem não quiser ouvir as perguntas podem se sentir livres para sair da palestra e esse próximo final de semana sábado eu estarei sábado e domingo estarei realizando o curso transformação do carma, quem quiser aprender como transformar o próprio carma...

PERGUNTAS

O eu superior tem vida própria, mesmo sendo parte de nós mesmos?

Sim, a nossa vida depende da vida da nossa essência ou eu superior, mas a nossa essência independe da nossa manifestação aqui, visto que ela se manifesta em diversos corpos astrais, mentais, e este corpo físico aqui, então a vida dela independe, ela vivencia, a essência vivencia mais coisas do que nós, portanto ela sabe mais do que nós, ela não sabe o tanto que nós sabemos, ela sabe bem mais do que nós, na verdade a nossa essência sabe tudo, porque ela é Deus, a questão é que quando nossa essência manifesta-se no mundo da forma ela fragmenta-se em uma individualidade, seja mental, astral, ou física como nós estamos aqui agora, a nossa essência manifestada em plano astral sabe mais do que nossa essência manifestada em plano físico, ela manifestada em mental a mesma coisa e no mundo da essência é superior a todas as suas manifestações no mundo da forma.

Na sua coesão com a sua essência ela não foi total, isto se deve ao apego a valores materiais serem muito profundos?

Perfeitamente. No meu caso específico não foi maior ou total, porque ainda estou muito apegado à ilusão, preciso me desapegar mais para que a fusão seja maior ou completa.

Podemos considerar... não, não tem a ver com a palestra não vou responder. Hoje eu só estou respondendo perguntas referentes à palestra.

Na meditação senti uma sensação de peso no corpo o que me deu um certo medo, por que?

A sensação de peso a pessoa só sente quando a energia está limpando o corpo dela de cima para baixo, imagine um filtro ou uma peneira descendo de cima para baixo na pessoa, a energia que tenta resistir à peneira acaba aumentando a percepção de gravidade ou percepção magnética de peso, se tivesse concluído toda a limpeza, a sensação depois seria de leveza, a maioria creio que tenha tido a sensação de leveza, a sensação onde tenha filtrado, quem teve essa sensação recomendo fazer algum tipo de limpeza na aura, porque a aura está com alguns obstaculozinhos, talvez ambientais, algum lugar que a pessoa tenha ido, andou pegando isso na aura.

Qual a função do eu superior? Será nos orientar ou guiar nossa vida, nos mostrar o caminho?

Perfeitamente, nosso eu superior de início guia nossa vida, nos orienta como nosso mestre interno, até que um dia nós sejamos conscientemente um com ele, o dia que formos plenamente um com ele seremos avatares, encarnações divinas.

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